Existe a seguinte crença: "Todos somos diferentes, cada é um único à sua maneira.", no entanto é possível tirar um pouco da verdade dessa frase. A verdade é que sim, temos aparência fisíca e psicológica diferentes, contudo, há uma coisa na vida que nos torna iguais, que é o facto de à medida que o tempo passa vamos conhecendo inúmeras pessoas.
Umas ficamos a saber apenas como são fisicamente e nem sequer damos a maior importância para conhecer o seu interior, porque simplesmente não nos interessam, enquanto que outras basta-nos uns 10 minutos de diálogo para sentirmos uma vontade súbita de continuar a conversa, de forma a que fiquemos a par de quem é o individuo incógnito. O tempo passa, e essa dúvida, esse ponto de interrogação acerca da pessoa que tinhamos inicialmente vai desaparecendo, até ao momento em que ele já não existe, porque inevitávelmente achamos que a outra pessoa é transparente para nós. Transparência essa que me refiro como o momento em que cada um de nós, detectamos que a outra pessoa não está bem, mesmo que, como a maioria dos seres humanos fazem, é, por muito mal que possam estar interiormente, ao nível exterior tendem com toda a sua força e determinação esconder essa tristeza, esse mau estar, com apenas um sorriso no rosto. Essas pessoas que possuem essa capacidade e serem capazes de dar a opinião delas, mesmo que não seja uma opinião favorável acerca daquilo que dizemos ou fazemos, essas sim, podemos dizer que são nossas amigas, no sentido literal da palavra amigo.
Também há, consequentemente amizades que fluem de tal maneira, que fazem com que essa dita cuja, passe para um outro nível, o de uma relação mais séria, mais intíma, isto é, um envolvimento amoroso. Porém, como já referi anteriormente, tudo o que tem início, tem sempre um fim, e é aqui que quero chegar, a quando existe um "the end" na vida de duas pessoas. Elas seguem caminhos diferentes, não olham para trás, e quando olham deparam-se com a situação de querer regressar, mas isso dá-se porque o ser humano gosta de ter mais do que aquilo que lhe é conferido, ou seja, nunca se contenta com aquilo que tem, por outras palavras, é ambicioso, mas essa vontade de querer algo acima do que possui, também não impede que o medo de enfrentar um novo caminho, ou seja, de traçar um novo destino, apareça.
Quando isso acontece, as pessoas costumam dizer: "Não me quero apaixonar de novo.", ou "Nem pensar em cair na mesma armadilha, amar só traz sofrimento!", contudo põem na cabeça que a única maneira de isso se suceder é construindo uma "parede", ou seja, querem isolar o coração e regir-se apenas pela razão, que despreza totalmente qualquer tipo de sentimento ou emoção.
Umas ficamos a saber apenas como são fisicamente e nem sequer damos a maior importância para conhecer o seu interior, porque simplesmente não nos interessam, enquanto que outras basta-nos uns 10 minutos de diálogo para sentirmos uma vontade súbita de continuar a conversa, de forma a que fiquemos a par de quem é o individuo incógnito. O tempo passa, e essa dúvida, esse ponto de interrogação acerca da pessoa que tinhamos inicialmente vai desaparecendo, até ao momento em que ele já não existe, porque inevitávelmente achamos que a outra pessoa é transparente para nós. Transparência essa que me refiro como o momento em que cada um de nós, detectamos que a outra pessoa não está bem, mesmo que, como a maioria dos seres humanos fazem, é, por muito mal que possam estar interiormente, ao nível exterior tendem com toda a sua força e determinação esconder essa tristeza, esse mau estar, com apenas um sorriso no rosto. Essas pessoas que possuem essa capacidade e serem capazes de dar a opinião delas, mesmo que não seja uma opinião favorável acerca daquilo que dizemos ou fazemos, essas sim, podemos dizer que são nossas amigas, no sentido literal da palavra amigo.
Também há, consequentemente amizades que fluem de tal maneira, que fazem com que essa dita cuja, passe para um outro nível, o de uma relação mais séria, mais intíma, isto é, um envolvimento amoroso. Porém, como já referi anteriormente, tudo o que tem início, tem sempre um fim, e é aqui que quero chegar, a quando existe um "the end" na vida de duas pessoas. Elas seguem caminhos diferentes, não olham para trás, e quando olham deparam-se com a situação de querer regressar, mas isso dá-se porque o ser humano gosta de ter mais do que aquilo que lhe é conferido, ou seja, nunca se contenta com aquilo que tem, por outras palavras, é ambicioso, mas essa vontade de querer algo acima do que possui, também não impede que o medo de enfrentar um novo caminho, ou seja, de traçar um novo destino, apareça.
Quando isso acontece, as pessoas costumam dizer: "Não me quero apaixonar de novo.", ou "Nem pensar em cair na mesma armadilha, amar só traz sofrimento!", contudo põem na cabeça que a única maneira de isso se suceder é construindo uma "parede", ou seja, querem isolar o coração e regir-se apenas pela razão, que despreza totalmente qualquer tipo de sentimento ou emoção.
Por fim, chegam a uma dada altura de que não adianta de nada essa "parede", porque o amor é uma coisa que não se pode controlar, simplesmente vai e vem, isto é, não precisa da permissão da pessoa em questão para puder agir, pelo contrário, actua quando menos se espera, ou seja, quando estamos desprevinidos, com as "defesas" em baixo, ele contrataca de tal forma, que nos é impossivel, abatê-lo.
Concluindo, podes magoar-te várias vezes quando te apaixonas, no entanto, vais ter sempre o apoio dos teus amigos que te vão fazer esquecer a mágoa por instantes.
Margaret: "Well, I never had one boyfriend before... I felt guilty."
Emma: "Why? That is nothing wrong with what you did. Trust me. One night stand is the far I go."
Margaret: "Oh yeah, but that is just because you are..."
Emma: "Because... I'm what?"
Margaret: "Never mind."
Emma: "No! Tell me. What I do?"
Margaret: "You're just protecting yourselfe. With that wall you put up."
Emma: "Just because I don't get emotional over men..."
Margaret: "You don't get emotional over men, but the Fleur tells a different story."
Emma: "What story is that?"
Margaret: "The one is obvious to everyone, except, apparently you that you have fellings for Graham."
Emma: "Come on!"
Margaret: "There is a wall..."
Emma: "That is not a wall!"
Margaret: "Really?"
Emma: "There is nothing wrong with being cautious..."
Margaret: "Oh true, true! But... Emma that wall of yours it may keep out pain, but it also may keep out love?"
Margaret: "Oh yeah, but that is just because you are..."
Emma: "Because... I'm what?"
Margaret: "Never mind."
Emma: "No! Tell me. What I do?"
Margaret: "You're just protecting yourselfe. With that wall you put up."
Emma: "Just because I don't get emotional over men..."
Margaret: "You don't get emotional over men, but the Fleur tells a different story."
Emma: "What story is that?"
Margaret: "The one is obvious to everyone, except, apparently you that you have fellings for Graham."
Emma: "Come on!"
Margaret: "There is a wall..."
Emma: "That is not a wall!"
Margaret: "Really?"
Emma: "There is nothing wrong with being cautious..."
Margaret: "Oh true, true! But... Emma that wall of yours it may keep out pain, but it also may keep out love?"

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